assíntotas de (x^3-x^2-x+1)/(x^2-4)
1) Vamos procurar as assíntotas de x3 -x2 -x + 1x2 -4, para x real
Assíntotas verticais: vamos procurar os valores excluídos, que anulam o denominador. Depois devemos verificar se a curva tende para infinito perto desses valores
⇥1.1) Vamos resolver em ℝ: x2 -4 = 0
⇥Os dois números cujo quadrado vale 4 são -2 e 2
⇥Soluções obtidas: x = { -2 ; 2 }
Quando x se aproxima de -2 pela esquerda (valores menores), a função tende para -∞; pela direita (valores maiores), tende para +∞
A função tende para infinito pelo menos de um lado: a reta x = -2 é uma assíntota vertical
Quando x se aproxima de 2 pela esquerda (valores menores), a função tende para -∞; pela direita (valores maiores), tende para +∞
A função tende para infinito pelo menos de um lado: a reta x = 2 é uma assíntota vertical
⇥1.2) Vamos começar a divisão euclidiana de (x3 -x2 -x + 1) por (x2 -4)
⇥
Expressão atualDivisão dos
termos principais
QuocienteQuociente × divisorResto após a subtração
x3 -x2 -x + 1x3x2xx·(x2 -4) = x3 -4x(x3 -x2 -x + 1) -(x3 -4x) = -x2 + 3x + 1
-x2 + 3x + 1-x2x2-1-1·(x2 -4) = -x2 + 4(-x2 + 3x + 1) -(-x2 + 4) = 3x -3
⇥Portanto, o resultado da divisão euclidiana é: (x -1)
A divisão permite escrever x3 -x2 -x + 1x2 -4 = (x -1) + 3x -3x2 -4: a reta a verificar é y = x -1
Para uma assíntota oblíqua, a diferença entre a função e a reta deve tender para 0: vamos verificar o limite de 3x -3x2 -4 nos dois infinitos
A diferença tende para 0 em +∞ e para 0 em -∞: a curva aproxima-se da reta nos dois infinitos
A assíntota oblíqua é y = x -1, pelo que não há assíntota horizontal
▶Assíntotas:   { x = -2 ; x = 2 ; y = x -1 }
🖼/draw?f1=%28x%5E3+-+x%5E2+-+x+%2B+1%29%2F%28x%5E2+-+4%29&v=x&x2=-2&x3=2&f4=x+-+1&b=-10.0&e=10.0&min=-13.0&max=11.0&dash=2,3,4