extremos de x^3
1) Vamos procurar os extremos locais estritos de x3 em ℝ: a derivada deve anular-se e mudar de sinal
⇥1.1) Vamos derivar: ddx(x3)
⇥ⓘ A derivada de xn é nxn -1: ddx(x3) = 3x2
⇥ 3x2
⇥A primeira derivada é 3x2
⇥1.2) Vamos resolver em ℝ: 3x2 = 0
⇥Simplificamos a expressão por 3
⇥⇥Vamos resolver em ℝ: x2 = 0
⇥⇥x2 = 0 implica: x = 0
⇥⇥Solução obtida: x = 0
⇥1.3) Vamos derivar: ddx(3x2)
⇥ⓘ Um fator constante mantém-se à frente da derivada: a de ku é k·u': ddx(3x2) = 3·ddx(x2)■A derivada de xn é nxn -1: ddx(x2) = 2x
⇥ 3·2x
⇥ⅰ 3·2 = 6
⇥ 6x
⇥A segunda derivada é 6x
2) Em x = 0, calculamos f''(0) = 6·0 = 0
Em x = 0, o zero da derivada é de ordem par: não muda de sinal, pelo que não é um extremo
Este polinómio de grau ímpar não é limitado superior nem inferiormente em ℝ: não tem nenhum extremo global
▶Extremos locais estritos:   ∅