extremos x-8/(x^2)
1) Vamos procurar os extremos locais estritos de x -8x2: são os pontos do domínio onde a sua derivada muda de sinal
⇥Vamos estudar a variação de f(x): procuremos primeiro onde se anula a sua derivada f'(x) = 16x3 + 1
⇥⇥1.1) Vamos resolver em ℝ: 16x3 + 1 = 0
⇥⇥Multiplicamos ambos os membros por x3, não nulo para que as frações estejam definidas
⇥⇥ 16x3·x3 + x3 = 0·x3
⇥⇥ⓘ Multiplicar uma fração por um termo equivale a multiplicar o seu numerador: 16x3·x3 = 16x3x3■O denominador inicial deve continuar a ser não nulo. Simplificamos a fração dividindo o numerador e o denominador pelo seu fator comum x3: 16x3x3 = 16■Um produto com um fator nulo é nulo: 0·x3 = 0
⇥⇥ 16 + x3 = 0
⇥⇥Tomamos a raiz: -163 = -2·23. Como a potência é ímpar, x3 = -16 tem uma única solução real, -2·23
⇥⇥Candidatos, sujeitos ao domínio: x = -2·23
⇥⇥1.2) Vamos procurar o domínio de 16x3 + 1 = 0
⇥⇥ Para que a expressão 16x3 esteja definida, é necessário: x3 ≠ 0
⇥⇥x3 ≠ 0 implica: x ≠ 0
⇥⇥Restrições do domínio: x ≠ 0
⇥f'(x) anula-se em x = -2·23
⇥Formada por funções usuais, f'(x) é contínua onde está definida: em cada intervalo onde não se anula, mantém o sinal do seu valor num ponto
⇥f'(-3) = 1127 > 0: f é crescente em ]-∞ ; -2·23[
⇥f'(-1) = -15 < 0: f é decrescente em ]-2·23 ; 0[
⇥f'(1) = 17 > 0: f é crescente em ]0 ; +∞[
⇥Vamos calcular os valores de f nos extremos do quadro, ou os seus limites nos extremos infinitos ou excluídos
⇥Quando x tende para -∞, f(x) tende para -∞
⇥f(-2·23) = -2·23 -8(-2·23)2 = -3·23
⇥Quando x se aproxima de 0 pela esquerda, f(x) tende para -∞; pela direita, para -∞
⇥Quando x tende para +∞, f(x) tende para +∞
⇥Vamos construir o quadro de variação:
⇥
x-∞-2·230+∞
f'(x)+0-‖+
f(x)-∞↗-3·23↘-∞ ‖ -∞↗+∞
⇥Portanto, f é crescente em ]-∞ ; -2·23], decrescente em [-2·23 ; 0[ e crescente em ]0 ; +∞[
Em x = -2·23, f' passa de + para -: f tem um máximo local estrito, f(-2·23) = -3·23
▶Extremos locais estritos:   {(-2·23 ; -3·23)}