f(x)=ln(x)
Guardamos a definição: f(x) = ln(x)
Vamos estudar a função f(x) = ln(x)
1) Vamos procurar o domínio de ln(x)
Para que a expressão ln(x) esteja definida, é necessário: x > 0
Solução encontrada: x > 0
Domínio de definição:   x > 0
2) Vamos estudar a paridade de ln(x) em relação a x
O domínio é x > 0
Este domínio não é simétrico em relação a 0: a função não é par nem ímpar
Paridade:   nem par nem ímpar
3) Derivabilidade
ⓘ A derivada de ln(x) é 1x: ddx(ln(x)) = 1x
Derivada:   1x
4) Vamos estudar a variação de f(x): procuremos primeiro onde se anula a sua derivada f'(x) = 1x
Vamos resolver em ℝ: 1x = 0
⇥4.1) Vamos resolver em ℝ: 1 = 0
⇥A afirmação 1 = 0 é falsa, qualquer que seja o valor de x
⇥Solução: x ∈ ∅
⇥4.2) Para evitar um denominador nulo, vamos resolver: x ≠ 0
Para que a expressão 1x esteja definida, é necessário: x ≠ 0
Restrições do domínio: x ≠ 0
f'(x) não se anula no domínio de f
Formada por funções usuais, f'(x) é contínua onde está definida: em cada intervalo onde não se anula, mantém o sinal do seu valor num ponto
f'(1) = 1 > 0: f é crescente em ]0 ; +∞[
Vamos calcular os valores de f nos extremos do quadro, ou os seus limites nos extremos infinitos ou excluídos
Quando x se aproxima de 0 pela direita, f(x) tende para -∞
Quando x tende para +∞, f(x) tende para +∞
Vamos construir o quadro de variação:
x0+∞
f'(x)‖+
f(x)‖ -∞↗+∞
Portanto, f é crescente em ]0 ; +∞[
5) Vamos ler o conjunto imagem no quadro de variação
⇥Em ]0 ; +∞[, f é contínua: assume todos os valores de ℝ
Conjunto imagem:   ℝ
6) No eixo das abcissas, y = 0: vamos resolver ln(x) = 0
Vamos resolver em ℝ: ln(x) = 0
No domínio do logaritmo, ln é estritamente crescente: ln(x) = 0 equivale a x = 1
Candidatos, sujeitos ao domínio: x = 1
Para que a expressão ln(x) esteja definida, é necessário: x > 0
Restrições do domínio: x > 0
A curva interseta o eixo das abcissas em (1 ; 0)
x = 0 não pertence ao domínio: a curva não interseta o eixo das ordenadas
Interseções com os eixos:   (1 ; 0)
7) Vamos procurar as assíntotas de ln(x), para x real
A função está definida em ]0 ; +∞[: uma assíntota vertical só pode estar num extremo finito desse domínio
Quando x se aproxima de 0 pela direita, a função tende para -∞
A função tende para infinito: a reta x = 0 é uma assíntota vertical
Quando x tende para +∞, a função tende para +∞ e f(x)x tende para 0: não há assíntota horizontal nem oblíqua em +∞
🖼/draw?f1=ln%28x%29&v=x&x2=0&b=-10.0&e=10.0&min=-0.21972245773362198&max=2.4169470350698417&dash=2
Assíntotas:   x = 0
▶Estudo de f(x): Domínio de definição: x > 0; Paridade: nem par nem ímpar; Derivada: 1x; Variação: crescente em ]0 ; +∞[; Conjunto imagem: ℝ; Interseções com os eixos: (1 ; 0); Assíntotas: x = 0