integral de -sin(x)sec(x)tan(x)
⚠ -sin(x)sec(x)tan(x) é interpretado como -sin(x)*sec(x)*tan(x): utilize (...)*(...) para uma multiplicação, utilize (...)^(...) para uma potência
A secante é interpretada como sec(u) = 1cos(u), em cada intervalo onde cos(u) ≠ 0
1) Antes de integrar, vamos calcular: -sin(x)·1cos(x)·tan(x)
ⓘ Multiplicar uma fração por um termo equivale a multiplicar o seu numerador: -sin(x)·1cos(x)·tan(x) = -sin(x)·1·tan(x)cos(x) = -sin(x)·tan(x)cos(x)
-sin(x)·tan(x)cos(x)
ⓘ Quando cos(x) ≠ 0, sin(x)cos(x) = tan(x): -sin(x)·tan(x)cos(x) = -tan(x)·tan(x)
-tan(x)·tan(x)
ⓘ Multiplicar potências da mesma base equivale a somar os expoentes: -tan(x)·tan(x) = -tan(x)2
-tan(x)2
2) Vamos calcular a integral: ∫(-tan(x)2)dx
Reduzimos o quadrado com a identidade tan(x)2 = 1cos(x)2 -1
ⅰ ∫(-tan(x)2)dx = -∫(1cos(x)2 -1)dx
-∫(1cos(x)2 -1)dx
Para a expressão matemática 1cos(x)2, sabendo que (tan(a))' = a'/cos(a)^2, tentamos derivar tan(x)
3) Vamos derivar: ddx(tan(x))
ⓘ A derivada de tan(x) é 1cos(x)2: ddx(tan(x)) = 1cos(x)2
1cos(x)2
A derivada calculada e a expressão matemática inicial coincidem a menos de um fator constante. Portanto, a integral é:
ⅰ -∫(1cos(x)2 -1)dx = -(tan(x) + ∫(-1)dx)
-(tan(x) + ∫(-1)dx)
ⓘ Um sinal de menos antes de um parêntese muda o sinal de cada termo no seu interior: -(tan(x) + ∫(-1)dx) = -tan(x) -∫(-1)dx
-tan(x) -∫(-1)dx
ⓘ A derivada de -(-1·x) é 1, pelo que -(-1·x) é uma primitiva de 1: -∫(-1)dx = -(-1·x)
-tan(x) -(-1·x)
ⓘ Multiplicar por -1 dá o oposto: -(-1·x) = x
-tan(x) + x
▶As integrais indefinidas são determinadas a menos de uma constante aditiva C, o que dá: x -tan(x) + C